Cabeça Erguida
演唱:larieh、Vitor Costa 7L、Ryam BeatzDe cabeça erguida
não tem ideia mansa
As minha é Mansa Musa resgatando a herança
Problematiza a luta, fala que é vingança
Já viram como querem minha imagem semelhança!
A Bíblia embranquecida pro opressor é benefício
Justifica a escravidão pra uns vive o paraíso
Sim, amaldiçoados pelos Estados Unidos
Por onde passa separa e deixa destruído
Minhas rimas são ásperas, negros em Disporá
Já se perguntou quantos apocalipse viveu a mãe África?
Se sente bem com alguém pior pra tirar sua culpa
Falsa caridade pra dizer que isso ajuda
Precisam da miséria, se move pra se amostra não acabar com a máquina que gera ela
Limando os falsos revivo Lima Barreto, baguio segue loko em um processo lento.
Eles não vão ver eu desistir
nem substitui do que eu tô em prol
Não aceito o que cês querem pra mim
Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)
Seguimos sendo resistência
Árvore baobá
Eles temem nossa existência
Iberu em iorubá
Invejam da nossa cultura
tentam nos copiar
Cansada de curar feridas
que seu povo causa
Transformo
o mal que me ronda e o bem que me cerca
equilíbrio que eu quero encontrar
tomando o que é nosso de assalto, sem bajulação
nos devem, vão pagar
Reinando no nosso legado, cresço entre os meus
chamo de aquilombar
De olhos sempre bem abertos
se fazem de amigos pra se apropriar
Eu desacreditei em mim, muitas vezes me vi no chão,
tentava me encaixar naquela coisa de padrão
Mas nesse mal eu pus um fim, tem quem ainda me diga não
Em busca do meu próprio sim eu tô com meus dois pés no chão
Eles não vão ver eu desistir
nem substitui do que eu tô em prol
Não aceito o que cês querem pra mim
Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)
não tem ideia mansa
As minha é Mansa Musa resgatando a herança
Problematiza a luta, fala que é vingança
Já viram como querem minha imagem semelhança!
A Bíblia embranquecida pro opressor é benefício
Justifica a escravidão pra uns vive o paraíso
Sim, amaldiçoados pelos Estados Unidos
Por onde passa separa e deixa destruído
Minhas rimas são ásperas, negros em Disporá
Já se perguntou quantos apocalipse viveu a mãe África?
Se sente bem com alguém pior pra tirar sua culpa
Falsa caridade pra dizer que isso ajuda
Precisam da miséria, se move pra se amostra não acabar com a máquina que gera ela
Limando os falsos revivo Lima Barreto, baguio segue loko em um processo lento.
Eles não vão ver eu desistir
nem substitui do que eu tô em prol
Não aceito o que cês querem pra mim
Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)
Seguimos sendo resistência
Árvore baobá
Eles temem nossa existência
Iberu em iorubá
Invejam da nossa cultura
tentam nos copiar
Cansada de curar feridas
que seu povo causa
Transformo
o mal que me ronda e o bem que me cerca
equilíbrio que eu quero encontrar
tomando o que é nosso de assalto, sem bajulação
nos devem, vão pagar
Reinando no nosso legado, cresço entre os meus
chamo de aquilombar
De olhos sempre bem abertos
se fazem de amigos pra se apropriar
Eu desacreditei em mim, muitas vezes me vi no chão,
tentava me encaixar naquela coisa de padrão
Mas nesse mal eu pus um fim, tem quem ainda me diga não
Em busca do meu próprio sim eu tô com meus dois pés no chão
Eles não vão ver eu desistir
nem substitui do que eu tô em prol
Não aceito o que cês querem pra mim
Me vi perto do fim hoje sei bem quem sou (2x)