Coração, Pt. 2
演唱:Ordem Natural、Gato Congelado、DJ MakoAntes que as palavras se afoguem
Que afaguem
Antes que as luzes se apaguem
Que toquem
Que todos os débitos em vida se paguem
Que os versos por aí se propaguem
Que choquem
Algumas vezes escroto
Não diferente dos outros
Para alguns estimável
Para outros intragável
Lamentável
Só quero um telhado confortável
Já quase fui tragado pelo inaceitável
Ainda tô em pé, mesmo congelado, inflamável
Remando contra a maré
Filho de Maria e José
De onde eu vim, eu vim a pé
Mergulhado até o pescoço, em plena estação da Sé
Inabalável
Só tô cavando um poço em busca de água potável
Incansável, intocável, inestimável
Não adianta testar minha f
As pessoas que acreditaram em mim?
Minha mãe, meu pai e a Natália,
Tudo se fuderam, no fim
Porque no fim deixei várias falhas
Uns achando que o rap era game
E a vida batalha
Uns achando que o rap era game a vida batalha
Uns achando que a vida era game e a vida retalha
E a vida retalha
Ávida
E o tempo em mim entalha
E a água da chuva cai no telhado e corre na calha
Ah seus canalha, viu
Com o tempo nós aprimoramos a tal da rima
Com sorte até a arte de amar q iniciamos c as primas na infância
Ah Quanta distância
Quanta ganância
Quanta ignorância
Malandro, que ânsia
Olha minha cara de loco
Tô bem mais q deveria com alegria
Mas pra ficar como queria, ainda falta um pouco...
Poetas no topo
Poetas no lodo
Dentro do peito um dragão de cômodo
De que outro modo explicaria meu incomodo
Poetas do soco
Poetas do meu saco!
Macacos me mordam
Vamo entrar num acordo
Vou chegar com a furquilha
E você com esse seu olho gordo
Pra uns um mendigo, pra outros coxinha, depende da onde tu olha
Uns querendo acabar comigo
Enquanto umas mina comigo se molha na chuva
Cuidado antes de me Julgar
Não sabe da onde eu vim
Então vou te falar
Do fundo do olho de Orus
Entrei pelos poros e me instalei no porão da sua mente
Num instalo te deixo contente
Não por opção nem por condição
Vim pra vingar seus parente
Longe do alcance das lentes
Mais perto dos entes
Lutando com unhas e dentes
Retratos, repentes
Pisando Serpentes
Regando as sementes
Com o brilho do sol e o peso do meteoro
Me sinto colado na terra e ela girando a milhão no espaço eu adoro
Muitas coisas que nem sei o nome
Cheio de coisinha, só pode ser panetone
Tá Impressionado com speedflow mano?
Cês não ouviram Bone?
Cheio de trauma e lemas
Vim pra fuder com sistema
Quando tu vê minha cara repara minha cara
Num vai ter problema
Quando eu usava a mesma palavra com duplo sentido no 5º arranjava problema
Agora é Moda
Agora repetem a palavra sem nenhum sentido
Ainda assim não rima e isso me incomoda, isso me incomoda
Sou tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo te te puseram o vermelho
Cê nem ficou vermelho
Lembra nossa escola, o 5º hoje é como um espelho e nos reflete
Com algumas rugas e filhos
mas sem nenhum confete
Ainda formando seres não marionetes
Janes, Marias, Dilmas, Arletes, da presidência a limpeza dos toaletes
Que afaguem
Antes que as luzes se apaguem
Que toquem
Que todos os débitos em vida se paguem
Que os versos por aí se propaguem
Que choquem
Algumas vezes escroto
Não diferente dos outros
Para alguns estimável
Para outros intragável
Lamentável
Só quero um telhado confortável
Já quase fui tragado pelo inaceitável
Ainda tô em pé, mesmo congelado, inflamável
Remando contra a maré
Filho de Maria e José
De onde eu vim, eu vim a pé
Mergulhado até o pescoço, em plena estação da Sé
Inabalável
Só tô cavando um poço em busca de água potável
Incansável, intocável, inestimável
Não adianta testar minha f
As pessoas que acreditaram em mim?
Minha mãe, meu pai e a Natália,
Tudo se fuderam, no fim
Porque no fim deixei várias falhas
Uns achando que o rap era game
E a vida batalha
Uns achando que o rap era game a vida batalha
Uns achando que a vida era game e a vida retalha
E a vida retalha
Ávida
E o tempo em mim entalha
E a água da chuva cai no telhado e corre na calha
Ah seus canalha, viu
Com o tempo nós aprimoramos a tal da rima
Com sorte até a arte de amar q iniciamos c as primas na infância
Ah Quanta distância
Quanta ganância
Quanta ignorância
Malandro, que ânsia
Olha minha cara de loco
Tô bem mais q deveria com alegria
Mas pra ficar como queria, ainda falta um pouco...
Poetas no topo
Poetas no lodo
Dentro do peito um dragão de cômodo
De que outro modo explicaria meu incomodo
Poetas do soco
Poetas do meu saco!
Macacos me mordam
Vamo entrar num acordo
Vou chegar com a furquilha
E você com esse seu olho gordo
Pra uns um mendigo, pra outros coxinha, depende da onde tu olha
Uns querendo acabar comigo
Enquanto umas mina comigo se molha na chuva
Cuidado antes de me Julgar
Não sabe da onde eu vim
Então vou te falar
Do fundo do olho de Orus
Entrei pelos poros e me instalei no porão da sua mente
Num instalo te deixo contente
Não por opção nem por condição
Vim pra vingar seus parente
Longe do alcance das lentes
Mais perto dos entes
Lutando com unhas e dentes
Retratos, repentes
Pisando Serpentes
Regando as sementes
Com o brilho do sol e o peso do meteoro
Me sinto colado na terra e ela girando a milhão no espaço eu adoro
Muitas coisas que nem sei o nome
Cheio de coisinha, só pode ser panetone
Tá Impressionado com speedflow mano?
Cês não ouviram Bone?
Cheio de trauma e lemas
Vim pra fuder com sistema
Quando tu vê minha cara repara minha cara
Num vai ter problema
Quando eu usava a mesma palavra com duplo sentido no 5º arranjava problema
Agora é Moda
Agora repetem a palavra sem nenhum sentido
Ainda assim não rima e isso me incomoda, isso me incomoda
Sou tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo tipo te te puseram o vermelho
Cê nem ficou vermelho
Lembra nossa escola, o 5º hoje é como um espelho e nos reflete
Com algumas rugas e filhos
mas sem nenhum confete
Ainda formando seres não marionetes
Janes, Marias, Dilmas, Arletes, da presidência a limpeza dos toaletes