Nós da vida
演唱:LogunA vida chega,
Aprendemos a andar,
Aprendemos a aprender
Aprendemos a nos soltar
Dos nós da vida... Dos nós da vida...
No começo é tudo laço frouxo,
passo tonto, estrada incerta,
A gente tropeça no próprio medo,
mas a coragem sempre aperta.
Cada nó que surge é aviso,
lição teimosa embrulhada,
Que prende o peito, segura o sonho,
mas nunca segura a jornada.
Crescemos tentando entender
o peso que o tempo carrega,
Desfazendo um nó antigo
enquanto outro novo chega.
E nessa dança enrolada,
entre queda, dor e subida,
A gente aprende na marra
a se soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno,
por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste
e a alma nunca esmoreça.
Soltar é deixar o mundo abrir a porta escondida,
É respirar mais fundo, livre dos nós da vida.
A cada esquina nasce um aperto,
desses que o peito não admite,
Um nó de perda, de dúvida, de amor
que não conecta e não permite.
Mas o tempo, sábio e manso,
mostra que tudo pode clarear,
Que até o nó mais cego, com paciência, aprende a desatar.
E quando o fio da história aperta forte demais a mão,
A gente descobre que força e leveza formam a mesma canção.
É no gesto de seguir, mesmo quando a alma está partida,
Que se aprende, enfim, a se soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno, por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste e a alma nunca esmoreça.
Soltar é deixar o mundo abrir a porta escondida,
É respirar mais fundo, livre dos nós da vida.
E quando o último nó se desfaz, quase sempre sem alarde,
Percebemos que fomos nós que mudamos na verdade.
Que o fio segue firme, mesmo após tanta volta e ferida,
E que viver é isso:
dar laço novo com a alma remendada e erguida.
A vida chega de novo, e a gente aprende outro olhar,
Porque cada nó vencido ensina o próximo a não apertar.
E assim seguimos, passo a passo, com a esperança estendida,
Prontos pra sempre nos soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno, por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste e a alma nunca esmoreça.
Soltar é abrir caminho, reencontrar a própria saída,
E caminhar mais leve… longe dos nós da vida.
Aprendemos a andar,
Aprendemos a aprender
Aprendemos a nos soltar
Dos nós da vida... Dos nós da vida...
No começo é tudo laço frouxo,
passo tonto, estrada incerta,
A gente tropeça no próprio medo,
mas a coragem sempre aperta.
Cada nó que surge é aviso,
lição teimosa embrulhada,
Que prende o peito, segura o sonho,
mas nunca segura a jornada.
Crescemos tentando entender
o peso que o tempo carrega,
Desfazendo um nó antigo
enquanto outro novo chega.
E nessa dança enrolada,
entre queda, dor e subida,
A gente aprende na marra
a se soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno,
por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste
e a alma nunca esmoreça.
Soltar é deixar o mundo abrir a porta escondida,
É respirar mais fundo, livre dos nós da vida.
A cada esquina nasce um aperto,
desses que o peito não admite,
Um nó de perda, de dúvida, de amor
que não conecta e não permite.
Mas o tempo, sábio e manso,
mostra que tudo pode clarear,
Que até o nó mais cego, com paciência, aprende a desatar.
E quando o fio da história aperta forte demais a mão,
A gente descobre que força e leveza formam a mesma canção.
É no gesto de seguir, mesmo quando a alma está partida,
Que se aprende, enfim, a se soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno, por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste e a alma nunca esmoreça.
Soltar é deixar o mundo abrir a porta escondida,
É respirar mais fundo, livre dos nós da vida.
E quando o último nó se desfaz, quase sempre sem alarde,
Percebemos que fomos nós que mudamos na verdade.
Que o fio segue firme, mesmo após tanta volta e ferida,
E que viver é isso:
dar laço novo com a alma remendada e erguida.
A vida chega de novo, e a gente aprende outro olhar,
Porque cada nó vencido ensina o próximo a não apertar.
E assim seguimos, passo a passo, com a esperança estendida,
Prontos pra sempre nos soltar dos nós da vida.
Porque nó nenhum é eterno, por mais duro que pareça,
A mão treme, mas insiste e a alma nunca esmoreça.
Soltar é abrir caminho, reencontrar a própria saída,
E caminhar mais leve… longe dos nós da vida.